segunda-feira, 15 de maio de 2017

III Encontro de Pesquisa CCM - Políticas da Partilha


Evento: III Encontro de Pesquisa CCM - Políticas da Partilha
Dias 30 e 31 de maio de 2017, terça e quarta feira, das 14h às 19h30.
TUCA - Teatro da Universidade Católica | Auditório Paulo Freire
Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes
São Paulo, SP

Sobre o CCM;
 

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Outras Referencias Metodologia



BRAGA, José Luiz (2002). O que faz de uma pesquisa uma pesquisa em Comunicação?. In: Maria Helena Weber; Ione Bentz; Antonio Hohlfeldt. (Org.). Tensões e objetos de pesquisa em Comunicação. 1 ed. Porto Alegre: Edições Sulinas / Compós, 2002, v. , p. 257-270.
BRAGA, José Luiz (2005). Para começar um projeto de pesquisa. Comunicação & Educação, São Paulo, v. 10, n. 3, p. 288-296, dec. 2005. ISSN 2316-9125. Disponível em: . Acesso em: 19 mar. 2017.
BRAGA, José Luiz (2011). A prática da pesquisa em comunicação: abordagem metodológica como tomada de decisões. E-Compós, Brasília, vol 14, n. 1, jan-abr 2011. Disponível em: http://www.compos.org.br/seer/index.php/e-compos/article/viewFile/665/503. Acesso em: 25 mar. 2017.
FRAGOSO, Suely; RECUERO, Raquel; AMARAL, Adriana (2011). Métodos de pesquisa para internet. Porto Alegre: Sulina.
LOPES, Maria Immacolata Vassallo de (org.) (2016). Epistemologia da comunicação no Brasil : trajetórias autorreflexivas. São Paulo: ECA-USP.
MOURA, Cláudia Peixoto de; LOPES, Maria Immacolata Vassallo de (orgs.) (2016). Pesquisa em comunicação: metodologias e práticas acadêmicas. Porto Alegre : EDIPUCRS.
SEVERINO, Antônio Joaquim (2016). Metodologia do trabalho científico. 24a. ed. São Paulo: Cortez.
YIN, Robert (2005). Estudo de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre: Artmed.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

AGENDA AULAS





9/3
Apresentação da disciplina: proposta, objetivos, sistema de avaliação
Apresentação dos alunos
Exercício de mapa conceitual
16/3
Reflexões sobre a ideia de conhecimento científico e humanidades científicas
Discussão texto de Bruno Latour:
LATOUR, Bruno. (2016). Cogitamus: seis cartas sobre as humanidades científicas. Trad. Jamille Pinheiro Dias. São Paulo: Ed.34.
(tópicos: mapeamento coletivo de controvérsias científicas; crítica à ideia de sujeito de Descartes; ecologia política; cogitamos).
Conceitos discutidos: epistemologia, ciência, humanidades científicas, relações da ciência com cultura, filosofia, etc. Relações ciências, técnicas e demais saberes.
Discussão sobre os mapas dos alunos:
Mapas da pesquisa; Mapas dos processos; Conceito de mapa em Deleuze e Guattari; Mapa da pesquisa; Mapa das redes de autores. Método da cartografia.

23/4
A construção do problema de pesquisa
Discussão do texto:
BRAGA, José Luiz. Para começar um projeto de pesquisa. Comunicação & Educação, São Paulo, v. 10, n. 3, p. 288-296, dec. 2005. ISSN 2316-9125. Disponível em: . Acesso em: 19 mar. 2017.
Fases da pesquisa:
1)   Revisão da literatura: buscar e revisar trabalhos prévios sobre tópicos da pesquisa com objetivo de formular e desenvolver questões originais e inovadoras sobre o tema. A revisão deve ser minuciosa com relação à trabalhos do campo específico de conhecimento e deve também incluir trabalhos de diferentes áreas das ciências.
2)   Proposição de objetivos e construção da pergunta de pesquisa.
3)   Procedimentos da pesquisa em si, por exemplo:
-       trabalho de campo
-       estudo de caso
-       coleta de dados
-       descrição
-       teste de proposições

Procedimentos da pesquisa:
Exploratória (estado da arte, revisão da literatura); descritiva (histórico, levantamentos); fase investigativa propriamente dita.
Questões paradigmáticas (pressupostos que fundamentam as pesquisas)
Tipos de métodos,: científico clássico (Descartes), método de contradições (Bachelard, Serres, Latour), método da complexidade (Morin).
Combinação de métodos (a escolha dos métodos deve estar em harmonia com os objetivos).
Relações entre tipos de questões de pesquisa e métodos*:
(1) o que, quem, quais, onde, quantos: análise de arquivos, levantamentos (survey);
(2) como, por que: experimento, pesquisa histórica, estudo de caso, modelagem cognitiva;
(3) quando: prevalência, frequência, incidência, busca de padrões, análise de dados, previsões, construção de modelos, proposição de cenários.
* Em geral, ocorre sobreposição de métodos

Objeto da pesquisa; objeto empírico; corpus. (exercício oral em sala de aula)

30/4
Revisão geral: estrutura e tópicos de um projeto
Reflexão acerca dos pressupostos teóricos e visões de mundo que estão por trás da adoção de cada tipo de método.
Elementos que compõem um resumo de pesquisa (padrão CAPES).

Elementos básicos da ciência:
·      objeto/fenômeno (recorte)
·      conjunto de teorias e pressupostos
·      métodos

Discussão texto de Bruno Latour (conceito de ator-rede, tradução, diário de bordo, alavanca de Arquimedes, exercício de recortes).
Organização agenda de seminários.

6/4
ENTREGA 1: Resumo do projeto*, construção do problema da pesquisa, objetivos
Seminários 1:
·      Diogo
·      Lira
·      Maurício
·      Patrícia
* Ver modelo no blog: www.aulascos.blogspot.com
13/4
Não haverá aula: feriado

20/4
ENTREGA 2: Estado da arte, método
Seminários 2:
·      Isabelly
·      Augusto
·      Alfredo
·      René
·      Milton

27/4
Seminários 3:
·      Wladyr
·      Ana Elisa
·      Alex
·      Daniella

4/5
Seminários 4:
·      Paula
·      Heron

11/5
Inserção da pesquisa e contribuição para o campo das ciências da comunicação. Discussão do texto:
VEIGA FRANÇA, Vera. Paradigmas da Comunicação : conhecer o quê?. C-legenda, [S.l.], n. 05, jan. 2001. ISSN 1519-0617. Disponível em: . Acesso em: 19 mar. 2017.

Ver também:
PEIXOTO DE MOURA, Cláudia e VASSALLO DE LOPES, Maria Immacolata. Pesquisa em Comunicação: Metodologia e Práticas Acadêmicas. Porto Alegre: Editora Universitária da PUCRS, 2016.

18/5
Métodos de pesquisa na linha de processos. Discussão do texto:
LEÃO, Lucia. Paradigmas dos processos de criação em mídias digitais: uma cartografia. Virus, v. 6, p. 05-27, 2011. Disponível em: < www.nomads.usp.br/virus/virus06/secs/invited/virus_06_invited_1_pt.pdf>
25/5
A questão dos paradigmas. Discussão do texto:
AGAMBEN, G. What is a paradigma? In: The signature os all things. On Method. New York: Zone Books, 2009.

1/6
Entrega final
8/6 e 9/6
[COMPÓS]
15/6
Não haverá aula: feriado
22/6
Devolutiva, encerramento do semestre

domingo, 19 de março de 2017

Paradigmas da Comunicação

VEIGA FRANÇA, Vera. Paradigmas da Comunicação : conhecer o quê?. C-legenda, [S.l.], n. 05, jan. 2001. ISSN 1519-0617. Disponível em: <http://www.ciberlegenda.uff.br/index.php/revista/article/view/314/195>. Acesso em: 19 mar. 2017.

Metodologia e práticas da pesquisa em comunicação



O e-book Pesquisa em Comunicação: Metodologia e Práticas Acadêmicas, publicado pela Editora Universitária da PUCRS e organizado por Cláudia Peixoto de Moura e Maria Immacolata Vassallo de Lopes, foi lançado em junho e está disponível para leitura e download, gratuitamente, em http://goo.gl/xdQESw. A coletânea reúne textos de docentes das disciplinas curriculares que abordam aspectos de metodologia da pesquisa nos nove Programas de Pós-Graduação em Comunicação com notas 6 e 5 na última avaliação trienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior‎. Sua finalidade é congregar os pesquisadores de referência para uma formação qualificada de novos investigadores em Comunicação.

(via: Portal Intercom: http://bit.ly/2nAvYHA)

Texto próxima aula

BRAGA, José Luiz. Para começar um projeto de pesquisa. Comunicação & Educação, São Paulo, v. 10, n. 3, p. 288-296, dec. 2005. ISSN 2316-9125. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/comueduc/article/view/37542>. Acesso em: 19 mar. 2017. doi:http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v10i3p288-296

RESUMO DE PESQUISA


PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO
Pós-graduação Stricto Sensu
PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS EM COMUNICAÇÃO E SEMIÓTICA


RESUMO DE PESQUISA


O presente documento tem por finalidade reunir os principais indicadores metodológicos para a elaboração de um Resumo de pesquisa, válido tanto para Dissertações de Mestrado e Teses de Doutorado, quanto para Memoriais de Exame de Qualificação. Os elementos são os seguintes:

a) O título e o subtítulo devem sintetizar, de modo claro, objetivo e representativo, a questão ou problemática científica que motiva a pesquisa. Devem-se evitar títulos metafóricos e/ou ambíguos. Títulos-fantasia devem ser reservados ao formato livro, caso o trabalho venha a ser publicado.
b) O resumo, deve abordar todos os itens de um projeto de pesquisa, a saber: problema de pesquisa, estado da arte, hipóteses, objetivos, delimitação, justificativa, quadro teórico e metodologia. Nos próximos itens são detalhados alguns aspectos específicos.
c) Ao detalhar a base metodológica da pesquisa o resumo deve indicar os autores e teorias que foram fundamentais para dar conta dos vários objetivos e etapas da pesquisa. Quais as bases teóricas de análise e interpretação? Como a pesquisa se liga ao estado da arte do campo da Comunicação no Brasil e no exterior, principalmente no que se refere à subárea em que se insere o trabalho?
d) Definir o corpus de análise e interpretação, demonstrando sua relevância à luz da questão ou problemática proposta. Essa explicitação deve incluir o período de análise.
e) Apresentar as conclusões alcançadas durante o processo de pesquisa. Convém salientar, nesse âmbito, a especificidade desta, sobretudo no caso do Doutorado. Por exemplo: houve resultados novos, encaminhamentos relevantes para a área, aspectos que merecem destaque?
f) Os conceitos fundamentais da pesquisa devem ser definidos na primeira vez em que forem utilizados.
g) Devem ser evitados: parágrafos, frases negativas, símbolos e contrações não-usuais, fórmulas, diagramas e demais elementos dispensáveis a um discurso de síntese.
h) O resumo deve ter, no máximo 2000 caracteres com espaços, ser redigido em fonte Times New Roman, corpo 12, em espaçamento simples.
i) Palavras-chave: recomendam-se no máximo seis. Palavras-chaves não devem ser escolhidas de modo idiossincrático, pois são marcadores que abrem campos semânticos de investigação, por meio dos quais outros pesquisadores tomarão conhecimento da pesquisa.